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Apostas para 2010: ex-atletas apontam quem pode brilhar pelo país neste ano

De recordista mundial a promessa da ginástica, confira os preferidos dos especialistas para conquistas de medalhas e títulos para o Brasil.

Quem vai brilhar em 2010? Dez ex-atletas presumem quais serão os destaques do esporte na temporada. As respostas passam por recordistas mundiais e atletas que ainda bateram na trave no ano passado. Confira aqui os palpites dos especialistas:




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Frase da semana

"Ainda não o procurei (Dana White) porque não sei (se vou me afastar do UFC), é muito difícil e não tomei a decisão ainda. Não tenho certeza se faria isso. Há muitas coisas a se pensar, e meu wrestling ainda não está bom o suficiente (para disputar as Olimpíadas). Não é algo fácil de considerar"

Georges St. Pierre, lutador canadense, sobre possibilidade de trocar o UFC pelas Olimpíadas.


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RETROSPECTIVA 2009

a/Divulgação

Eleita melhor atleta brasileira do ano, Sarah Menezes conquistou o bi mundial júnior em outubro, na França

Dá para dizer que 2009 foi um dos anos em que o judô mais chamou atenção. Tanto pelo lado bom, quanto pelo ruim. Enquanto de um lado Sarah Menezes deixou de ser promessa e virou realidade ao conquistar o Prêmio Brasil Olímpico de melhor atleta feminina, por outro os brasileiros tiveram um desempenho bem abaixo do esperado no Mundial, realizado em Roterdã.

Quem também teve um ano muito bom foi a lutadora de taekwondo Natália Falavigna. Depois de colocar o nome na história do esporte brasileiro em 2008, ao conquistar uma medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim, a lutadora se firmou como o maior destaque da modalidade na história do país. Natália ganhou o bronze no Mundial da Dinamarca, realizado em Copenhague, conquistando a primeira medalha brasileira em esportes olímpicos depois que o Rio ganhou o direito de sediar os Jogos de 2016.

No boxe, a temporada também foi movimentada, mas fora dos ringues. Mike Tyson que o diga. O ex-lutador perdeu a filha de maneira trágica no início do ano, depois se reconciliou com Holyfield em um programa de tv e fechou 2009 se envolvendo em uma confusão com um paparazzi. Já Maguila se arriscou em um novo ramo e virou cantor de samba. Em abril, Oscar de La Hoya deu adeus aos ringues.

Nasce uma estrela

a/Divulgação

Um ano de tantas conquistas da jovem Sarah Menezes só poderia ter sido fechado com chave de ouro. Depois de sete medalhas internacionais e do bicampeonato mundial júnior na categoria ligeiro (até 48kg), a judoca terminou a temporada com o Prêmio Brasil Olímpico. Com 46% dos votos do público, a piauiense superou Poliana Okimoto e Natália Falavigna para ficar com o título de melhor atleta feminina do ano.


A campanha de Sarah em 2009 reflete a consagração da judoca. Depois de disputar as Olimpíadas de Pequim com apenas 18 anos, ela começou a temporada com experiência suficiente para fazer bonito pelo mundo. No primeiro semestre, foram duas medalhas de ouro nas etapas de Lisboa e Madri da Copa do Mundo. Antes disso, bronze no Pan-Americano de Buenos Aires e prata na Copa do Mundo em Belo Horizonte, além de um bronze no Grand Slam do Rio de Janeiro.

No Mundial de judô, em Roterdã, na Holanda, o pódio não veio, mas ela terminou em quinto lugar: a melhor posição para o país na disputa. A consagração, no entanto, veio no segundo semestre. Sarah deu ao Brasil o bicampeonato do Mundial júnior, no mês de outubro, em Paris. Com o título, ela se tornou a primeira brasileira a vencer a competição duas vezes. Em dezembro, veio o bronze no Grand Slam de Tóquio. Com tantas conquistas, a menina virou heroína no Piauí. Ela virou tema de música e foi homenageada com um selo por sua participação nos Jogos de Pequim.

O DIA-CHAVE

Divulgação/Divulgação

Natália de bronze

No dia 19 de outubro, a lutadora de taekwondo Natália Falavigna fez bonito no ano olímpico brasileiro. Natália conquistou o bronze no Mundial, disputado na Dinamarca, na categoria pesado (mais de 73kg). Esta foi a primeira medalha brasileira em esportes olímpicos depois que o Rio ganhou o direito de sediar os Jogos de 2016 – e justamente em Copenhague, palco do anúncio. Natália foi até a semifinal do campeonato e perdeu para a espanhola Rosana Álamo, que acabou ficando com o ouro. Para chegar ao pódio, a brasileira venceu três vezes no torneio. Passou pela croata Ivana Zagar, pela canadense Daria Peregoudova e por Fang Tsui, de Taiwan. No Prêmio Brasil Olímpico, ficou entre as finalistas do título de melhor atleta feminina do ano, vencido por Sarah Menezes. A temporada serviu para firmar Natália como o maior nome da história do taekwondo brasileiro.




Dos ringues para as rádios

Em junho, uma das figuras mais carismáticas do esporte brasileiro resolveu apostar em um novo ramo. Maguila, famoso por seus socos e longas declarações depois das lutas, virou cantor. O ex-campeão mundial de pesos pesados pela WBF lançou o CD dois meses depois do anúncio de mudança de profissão. A música de trabalho foi o samba “Vida de Campeão”, que conta a trajetória de Maguila e exalta a nacionalidade brasileira do lutador.


Agência/Grosby Group

Novas confusões

Depois de se desculpar publicamente pela mordida na orelha de Evander Holyfield, o ex-lutador Mike Tyson parecia que iria passar a ter um vida, digamos, mais calma. Porém, menos de um mês depois da aparição no programa da Oprah, Tyson novamente foi parar na delegacia, devido a uma agressão a um paparazzi. O ex-lutador afirmou que agiu em legítima defesa e teria sido provocado pelo fotógrafo. Já o paparazzi afirma que não fez nada além de seguir Tyson por alguns minutos, para depois acabar sendo agredido. O que realmente aconteceu só os dois sabem.


Agência/Reuters

Ano sem medalhas

Sem dúvidas, a maior decepção do ano foi o rendimento brasileiro no Mundial de Judô, realizado em Roterdã, na Holanda, em agosto. Pela primeira vez, o Brasil chegou ao Mundial de Judô com dois campeões mundiais e voltou para casa sem nenhuma medalha. Maiores esperanças brasileiras, Tiago Camilo e Luciano Corrêa foram eliminados e viram seus resultados serem superados por judocas menos consagrados, como Daniel Hernandes, Sarah Menezes e Rafaela Silva, que conquistaram o quinto lugar, o melhor desempenho da delegação na Holanda. Considerado o Mundial das zebras, a competição não trouxe sorte para os melhores judocas da atualidade. Dos 32 medalhistas nos Jogos de Pequim presentes, somente dois conquistaram medalhas – o alemão Olé Bischof (-81kg) levou o bronze e a chinesa Tong Wen (+78kg) ficou com o ouro.


Divulgação/Divulgação

O brasil perdeu o maior nome do jiu-jístu

No dia 29 de janeiro, o jiu-jitsu sofreu um golpe duro. O maior nome do esporte, Helio Gracie, faleceu aos 95 anos em Itaipava, na serra fluminense. O ex-lutador estava com pneumonia e tinha leucemia. Uma das maiores lendas das artes marciais em todos os tempos, Helio ajudou a criar o estilo brasileiro de lutar jiu-jítsu, conhecido internacionalmente como Brazilian Jiu-Jitsu (Jiu-Jítsu Brasileiro). Na comemoração pelos seus 95 anos, em 2008, Helio teria declarado que, quando morresse, gostaria que os filhos fizessem uma festa, sem bebidas ou excessos. O corpo foi enterrado em Petrópolis.


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Julio Cesar Chaves Jr é pego no antidoping e pode ser suspenso

Das agências internacionais
Em Las Vegas (Estados Unidos)

O boxeador Julio César Chaves Jr pode ficar um longo tempo afastado dos ringues. O peso médio mexicano foi flagrado no exame antidoping pelo uso da substância furosemida e corre o risco de receber uma suspensão de nove meses, além de multa de US$ 100 mil.

http://www.boxeo-boxing.com/web20/wp-content/uploads/2009/10/julio-cesar-chavez-jr22.jpg

Keith Kizer, membro da Comissão Atlética do Estado de Nevada (CAEN), afirmou à emissora norte-americana ESPN que o filho do lendário lutador Julio Cesar Chaves falhou no exame realizado no dia 14 de novembro, após a luta contra Troy Rowlan. O mexicano venceu após 10 assaltos, em duelo que serviu de preliminar para o confronto entre Manny Pacquiao e Miguel Cotto.

Chaves Jr, de 23 anos, terá até o dia 21 de dezembro para dar uma explicação formal em audiência no CAEN. Caso a comissão não aceite suas justificativas, a vitória sobre Rowlan será retirada de seu cartel e a luta passará a constar como “indefinida”.

O mexicano também terá que fornecer uma nova amostra de urina antes de lutar novamente em Nevada. Caso haja suspensão, ela será válida apenas nos Estados Unidos, o que permitirá que Chaves Jr. possa competir normalmente no México.

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Boxe: Mayweather e Pacquiao se enfrentam em março

O combate de boxe mais esperado dos últimos anos já tem data marcada para acontecer. O duelo entre o invicto Floyd Mayweather e o sete vezes campeão mundial Manny Pacquiao será realizado no próximo dia 13 de março, ainda sem local definido.



A luta entre os dois últimos pugilistas a dominarem os rankings de melhores lutadores do mundo vem sendo aguardado desde a vitória de Pacquiao sobre Miguel Cotto, no último mes. Após muita expectativa, Bob Arum, presidente da Top Rank, anunciou hoje pela manhã que Manny Pacquiao aceitou enfrentar Mayweather em março do próximo ano.

Algumas questões, como local do evento e categoria em que o combate se dará ainda estão pendentes, mas é previsto para o duelo que cada lutador tenha uma bolsa mínima de 25 milhões de dólares, podendo chegar até 50 milhões para o vencedor.
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Bitteti Combat chega a São Paulo com ingressos pela internet de R$50 a R$400

Do UOL Esporte
Em São Paulo

Com um card contando com importantes nomes do vale-tudo brasileiro, como Paulo Filho e Murilo Ninja, o Bitteti Combat chega ao estado de São Paulo. Depois de sua última passagem no ginásio do Maracanãzinho no Rio de Janeiro, a quinta edição do evento acontece no ginásio José Correa, na cidade da Barueri, região oeste da Grande São Paulo, no dia 12 de dezembro.

A programação tem início às 19h e os ingressos serão vendidos pelo site Ingresso Fácil pelo valor de R$ 100,00 (arquibancada) e R$ 400,00 (área vip). Estudantes também pagam meia (R$ 50,00 e R$ 100,00)

O Bitetti Combat São Paulo contará com lutadores de Brasil, Estados Unidos, Holanda e Japão, além de estar previsto uma luta feminina no card do evento.

Confira o card do evento (ainda não confirmado):

Paulo Filho x Tatsuhiko Nishizaka (Japão)
Murilo "Ninja" x Jason Jones (Holanda)
Fábio Maldonado x Travis Wiuff (EUA)
Gustavo Ximu x Ricco Washington (EUA)
Glover Teixeira x Jeff Monson (EUA)
Eduardo Pamplona x Tommy Speer (EUA)
Cassiano Tytschyo x Tiler Stinson (EUA)
Alessandro "Alemão" Steffen x Francimar "Bodão"

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Após "luta do ano", Minotauro foca vingança contra algoz Frank Mir

O lutador baiano Antônio Rodrigo Nogueira, o Minotauro, protagonizou a que vem sendo considerada a melhor luta do ano, em agosto. Dois meses depois de bater Randy Couture, no entanto, ele já mira os próximos desafios. A intenção é ter a chance de se vingar do algoz Frank Mir. No entanto, o brasileiro ainda terá de aguardar pela chance de ter a revanche.

"Eu já até pedi esta revanche", contou o lutador. "Mas eles me ofereceram primeiro um combate contra quem perder na luta do Lesnar." O lutador se referiu ao combate do UFC 108 que confrontará o campeão dos pesos pesados Brock Lesnar e o também norte-americano Shane Carwin. Nada está acertado até o momento, no entanto.

Minotauro vem de vitória por pontos para Couture. Eles se enfrentaram no UFC 102, em Portland e fizeram um espetáculo. Dois dos principais nomes da história do MMA, ambos tiveram chance de finalizar o combate, mas a luta acabou na decisão dos juízes, que foram unânimes em favor do brasileiro.

Quanto a Mir, Minotauro vê um bom momento para tentar devolver a derrota sofrida em 2008. Ele enfrentou o norte-americano em dezembro de 2008, pelo UFC 92. Além da derrota, o fato de ter sido o primeiro nocaute sofrido pelo baiano conta para a "sede de vingança".

"Eu melhorei minha defesa no chão, melhorei o boxe", enumerou o lutador, que apostou em uma preparação longe do Brasil para enfrentar Couture. Ele ficou cerca de quatro meses nos Estados Unidos, com uma equipe completa para ajudar na preparação, com a presença de profisionais como um preparador físico, e o técnico de boxe Luis Dórea, que revelou Acelino Freitas, o Popó, tetracampeão no pugilismo.

O intensivo de treinos nos Estados Unidos será estendido para o irmão gêmeo do lutador, Antônio Rogério Nogueira, o Minotouro. Ele fará sua estreia no UFC neste mês de novembro, lutando o UFC 106, em Las Vegas. O adversário será o também brasileiro Luiz Arthur Cane e, apesar de ter menos tempo para se isolar no exterior, Minotouro também vai aos Estados Unidos.

"A questão não são os treinos", disse Minotauro. "É como o (nadador César) Cielo faz. Temos de nos isolar um pouco para os treinamentos serem mais produtivos". No caso do nadador, Cielo faz a principal parte de sua preparação na Universidade de Auburn, também nos Estados Unidos.

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Tyson e Holyfield trocam cumprimentos e mordida é perdoada

Uma cena impensável nos últimos 12 anos foi vista na televisão norte-americana nesta sexta-feira. Mike Tyson e Evander Holyfield trocaram palavras e até deram um aperto de mão. Tudo isso aconteceu no programa "The Oprah Winfrey Show", nesta última sexta-feira, que promoveu o primeiro encontro deles, frente a frente, após a polêmica mordida de Tyson na orelha do rival.

"O mais importante é perdoar e eu o perdôo", afirmou Evander Holyfield, ex-campeão dos pesos pesados e ainda em atividade, em busca de mais um cinturão. "Não foi tão ruim como as pessoas fizeram parecer. As coisas acontecem por uma razão, e você tem de lidar com elas."

Sobre a mordida em cima, Oprah questionou se a dentada de Tyson doeu. "Só um pouco", sorriu o texano.

Conhecido pelo temperamento explosivo, Mike Tyson tem mostrado uma nova faceta, que também aparece no recente documentário sobre sua vida, intitulado apenas Tyson.

O ex-lutador inclusive elogiou Holyfield. "Eu apenas gostaria de dizer que é um prazer ter passado por esta vida e ter conhecido você", disse Tyson. Ele também foi à Oprah na segunda-feira, quando falou sobre a carreira e, entre outros assuntos, disse que começou a perder a motivação no boxe por conta das drogas.

O polêmico combate entre ambos aconteceu em 1997, no segundo encontro entre os pugilistas. Em 1996, Evander Holyfield venceu por nocaute no 11º round em Las Vegas. No ano seguinte, eles voltaram para a cidade dos cassinos e, reclamando ter recebido cabeçadas durante a revanche, Mike Tyson mordeu duas vezes o rival e foi desclassificado.

Apesar dos inúmeros boatos de uma terceira luta entre ambos, isso nunca se concretizou. Enquanto Tyson se aposentou em 2005, com derrota, Holyfield segue vestindo as luvas em busca do recorde de lutador mais velho a ser campeão do mundo, marca de George Foreman, que tinha 45 anos em seu último cinturão conquistado.

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Ainda desconhecido no Brasil, rúgbi luta contra o tempo para fazer bonito em 2016


Segundo esporte mais praticado do mundo estará nos Jogos do Rio com o seven, uma modalidade diferente da tradicional e sem os principais atletas

A lenda diz que, em 1823, o estudante William Webb Ellis jogava futebol em sua escola, na Inglaterra, quando pegou a bola com as mãos e partiu em direção à área adversária. Verdade ou não, 186 anos depois de sua provável criação, o rúgbi reúne fãs por todo o mundo e é considerado o segundo esporte mais praticado, perdendo apenas para o próprio futebol. No Brasil, no entanto, a modalidade ainda é vista com estranheza e poucos são os adeptos.

No entanto, um anúncio do Comitê Olímpico Internacional (COI), há duas semanas, fez com que o esporte ficasse um pouco mais próximo à realidade do país. Nos Jogos de 2016, no Rio de Janeiro, o rúgbi estará de volta às Olimpíadas, após ficar fora por 92 anos. A modalidade escolhida, porém, não é a mais tradicional, com quinze jogadores. O seven, como é conhecido, mantém a maioria das regras do original, como a proibição de passar a bola para frente, e a bola oval, parecida com a do futebol americano, mas reúne sete atletas de cada lado, em dois tempos de sete minutos. Em jogos decisivos, passam a ser dez minutos em cada etapa.

As regras são basicamente as mesmas, com pequenas adaptações. A gente sempre costuma comparar com o vôlei de praia. São pequenas diferenças de interpretação em relação ao vôlei de quadra, mas o princípio é o mesmo. O que a gente precisa lembrar é que o seven já é uma categoria altamente desenvolvida no mundo inteiro – disse Aluísio Dutra, presidente da Associação Brasileira de Rugby (ABR).

Com a escolha pelo seven, os nomes mais conhecidos do rúgbi tradicional dificilmente estarão nos Jogos em 2016. Aluísio Dutra, no entanto, minimiza o fato. O dirigente afirma que a modalidade já é altamente difundida e não vê a possibilidade de que os atletas mais famosos mudem de categoria para participarem dos Jogos. Para isso, volta a citar o vôlei de praia como comparação.

São jogadores especialistas. Voltando à comparação com o vôlei, seria como se pusessem, de repente, Ricardinho e Giba para jogarem vôlei de praia nas Olimpíadas e achar que vão ganhar. Não vão. Existem especialistas neste esporte, melhores do que eles. Com o seven é a mesma coisa - afirmou o dirigente.

Seleção feminina é a principal esperança

Entre os praticantes de rúgbi no Brasil, a escolha pelo seven foi comemorada. No país, esta é a categoria em que os atletas têm mais experiência internacional. Quarta força no continente entre os homens, atrás de Argentina, Uruguai e Chile, o rúgbi nacional deposita suas maiores esperanças nas mulheres. Pentacampeã sul-americana, a seleção feminina terminou em décimo lugar em sua primeira Copa do Mundo, neste ano, em Dubai.

Capitã da seleção em Dubai e moradora de Niterói, no Rio de Janeiro, Beatriz Futuro, conhecida como “Baby”, aposta no crescimento do esporte no país após a inclusão nos Jogos de 2016.

- Acho que é questão de estrutura. Não temos muita, mas acho que vai melhorar bastante com os Jogos. Temos que fazer intercâmbio com outras seleções, entender mais. Ficamos em décimo lugar na Copa do Mundo, mas poderíamos ter ido melhor se tivéssemos mais jogos. Mas agora deve ter uma divulgação legal. É um esporte formador de personalidade. A ideia é estar dentro das escolas. Tem um projeto em parceira com a prefeitura de São José dos Campos, em São Paulo. Lá, já existem crianças carentes jogando nas escolas. Temos que ir para a base. Enquanto não for assim, não vamos crescer.

Para que haja este crescimento, Aluísio Dutra afirma que já existe um projeto a ser apresentado para o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para promover o esporte no país.

- Já temos um projeto pronto para ser mostrado. A gente deve discutir em pouco tempo com o COB, mas existem coisas que já estamos fechando. Alguns patrocínios já estão fechados. Temos a declaração do presidente (Carlos Arthur) Nuzman de que vamos ser incluídos na Lei Agnelo/Piva, o que é importante. A partir daí, teremos condições de evoluir – disse.

Projeto para fazer esporte crescer no país

O presidente da ABR, no entanto, reconhece que o esporte ainda tem muito a evoluir no país para fazê-lo chegar a um patamar de modalidades mais difundidas, como o vôlei e o basquete.

- Falta muita coisa. Se a gente imaginar que falta para o basquete, imagina para o rúgbi. A gente tem muita esperança que, com a visibilidade que os Jogos de 2016 vão trazer, o brasileiro desperte muito mais com o esporte. O Brasil é muito concentrado no futebol, mas não adianta ficar reclamando. Temos que criar esse espaço, como o vôlei. Temos que fazer o mesmo com o rúgbi. Vamos levar para as escolas e mostrar o valor educacional, como ele é usado no mundo.

Apesar do investimento que o esporte deve ter nos próximos anos no país, o Brasil ainda não está garantido nas Olimpíadas de 2016, embora seja país sede. Há uma controvérsia no sistema de classificação, mas o dirigente afirma que a questão já está sendo discutida, apesar de não ser a prioridade no momento.

Seleção masculina de rúgbi ainda está em um nível abaixo da equipe feminina

- Existe ainda uma certa controvérsia quanto a isso, mas eu acredito que deve ser respeitada esta tradição de país sede. Nós ainda não estamos pensando nisso. Temos que fazer um planejamento para sermos competitivos. Sendo assim, estaremos classificados. É o que me parece ser razoável, mas não vamos abrir mão de qualquer discussão. Vamos defender a tese de que deve ter a garantia. É uma opinião nossa - afirmou o dirigente.

Antes mesmo de ter sua volta anunciada aos Jogos, o rúgbi já conhecia o seu local de disputa em 2016. Estádio do Vasco, São Januário foi escolhido pelo COB como sede do esporte nas Olimpíadas. Para o dirigente, foi uma escolha acertada, apesar das reformas necessárias. Nesta semana, a diretoria do clube carioca anunciou a intenção de criar escolinhas em parceria com a ABR para crianças de escolas públicas e comunidades carentes.

- Deve sofrer uma reforma completa. Nós não podemos pensar em São Januário como é hoje. Não tem condições de receber uma competição internacional. Mas temos a convicção de que vai atender às demandas. Como brasileiro, acho que deve ter sua serventia após os Jogos. Mas eu acho que é uma garantia muito interessante. É um clube de muita torcida, então a gente tem a garantia de que não vai ser um elefante branco como todo mundo tem dito – disse.

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"Japonesa" Mariana Silva conquista o bronze no Mundial júnior

Depois de uma medalha de ouro com Sarah Menezes, na categoria até 48 kg, o Brasil subiu mais uma vez no pódio de Paris, com a disputa do Mundial Júnior de judô. Neste sábado, Mariana Silva ficou com o bronze entre as judocas de até 63 kg.

A brasileira venceu na estreia Renalda Gedutyte, da Lituânia, por ippon. Nas oitavas-de-final, passou pela russa Tatiana Kazenyuk com um yuko (duas punições) e em seguida deu ippon em Vlora Bedeti, da Eslovênia. Nas semifinais, acabou superada pela japonesa Sayuri Yamamoto também ippon.

Na disputa do bronze, ela venceu a ucraniana Tetiana Levytska, por yuko.

"Com certeza é uma medalha importante para a minha carreira. Tenho muito o que melhorar e sei que se tivesse colocado o meu judô em prática na semifinal poderia até ter saído daqui com outro resultado", comemorou Mariana Silva.

Mariana é brasileira, nascida em São Paulo, mas há cinco anos mora no Japão, onde estuda Educação Física - ela pretende voltar ao Brasil ao fim do curso, em 2011. Antes do bronze, ela faturou a medalha de ouro nos Jogos da Lusofonia, em Portugal.

Além dela, Marcelo Ferreira (-81kg) perdeu por wazari para o russo Magomed Magomedov (RUS). Já Emory Spontoni (-70kg), bye na primeira rodada, levou ippon da lutadora da casa Lucie Perrot. Por fim, Vitor Braga (-90kg) venceu por ippon no golden score o espanhol Jaime Bertomeu, mas perdeu pelo mesmo golpe para japonês Daiki Nishiyama na rodada seguinte.

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Ouro, japonesa mantém vivo legado da heptacampeã mundial Ryoko Tani

Lenda japonesa, Ryoko Tani conquistou sete vezes o Campeonato Mundial de judô. Aos 33 anos, porém, ela está afastada do judô - e grávida. Fora do mundial de Roterdã, porém, não fez falta ao seu país. Aos 24 anos, sua sucessora, Tomoko Fukumi mostrou nesta quarta-feira que o Japão ainda é o melhor do planeta na categoria mais leve do judô.

Com ippon em quatro de suas cinco lutas, Fukumi conquistou a medalha de ouro no peso ligeiro (48kg), o único título dos inventores da modalidade no primeiro dia de disputas na Holanda. A prata foi para a espanhola Oiana Blanco e os bronzes, para a francesa Frederique Jossinet e para a sul-coreana Jung-Yeon Chung - algoz da brasileira Sarah Menezes.

"Essa é o melhor sensação que você pode viver. A partir de agora, acho que vou treinar ainda mais duro para continuar conquistando esse ouro", disse a judoca, que se emocionou no pódio. "Eu vi muitos japoneses torcendo por mim e, quando recebi a medalha, percebi que era por causa deles que estava lá".

De quebra, Fukumi ainda se tornou a 12ª judoca, e terceira japonesa, a acumular os títulos de campeã mundial sênior e júnior (seu primeiro título foi conquistado em 2004). Além dela, só a pesado Maki Tsukada (2000 e 2007) e meio-médio Keiko Maeda (1998 e 1999) tinham dados os dois títulos ao Japão.

O título chega também para esconder as derrotas japonesas entre os homens. Nos ligeiros, Hiroaki Hiraoka foi prata, mas não teve chances contra o ucraniano Georgii Zantaraia. O europeu venceu todas as suas lutas por ippon, incluindo um com pouco mais de um minuto contra o japonês - as medalhas de bronze na categoria ficaram com o armeno Hovhannes Davtyan e com o italiano Elio Verde.

"Quando eu acordei, senti que hoje era o meu dia. Não pareceu difícil vencer", comemorou Zantaraia, que nasceu na Geórgia e se naturalizou ucraniano. "Só fiquei um pouco nervoso antes da final. Já tinha lutado contra Hiraoka e perdido", lembra.

A maior decepção nipônica, porém, ficou com Masato Uchishiba. Bicampeão olímpico, ele perdeu na terceira rodada para o uzbeque Mirali Shapirov. Com isso, segue sem medalhas de ouro no Mundial. Sua melhor performance até agora foi no Cairo, em 2005, quando perdeu para João Derly na final.

Após a derrota, ele teve de responder até mesmo sobre aposentadoria. "Meu objetivo no judô sempre foi fazer o meu melhor. E eu estou fazendo isso no último ano, focando nesse Mundial. Claro que é decepcionante, mas não posso apagar essa derrota", falou. "Não sei o que farei agora, mas não é porque perdi que vou me aposentar".

O ouro na categoria ficou com Tsagaanbaatar Hashbaatar, da Mongólia. A prata, com o espanhol Sugoi Uriarte. Os bronzes foram para o húngaro Miklos Ungvari e para o sul-coreano Jeong-Hwan An.


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No segundo dia do Mundial, Brasil coloca em cena seu primeiro trunfo

Em Pequim-2008, Leandro Guilheiro não conseguia dar golpes girando para um dos lados e, mesmo assim, conquistou a medalha de bronze. Recuperado das lesões que o afligem desde 2004, então, o judoca paulista está pronto para juntar sucesso em Mundiais a suas conquistas olímpicas.

Com ele, o Brasil coloca em ação, nesta quinta-feira, seu primeiro trunfo para o Mundial de Roterdã. Ele é o primeiro brasileiro dono de medalhas em Olimpíadas ou mundiais a entrar no tatame holandês. Além dele, o país tem ainda Tiago Camilo (campeão mundial em 2007, prata olímpica em 2000 e bronze em 2008) e Luciano Correa (campeão mundial em 2007).

"Acho que é a primeira vez que me sinto realmente em forma desde Atenas-2004", admite o santista de 26 anos. Até agora, Guilheiro não conseguiu reproduzir em Mundiais o que faz em Olimpíadas. Seu melhor resultado até agora é o sétimo lugar do Cairo, em 2005. "Eu nunca cheguei a essa competição confiando na minha forma. Às vezes, meu corpo prega peças em mim e foi isso que aconteceu nos últimos dois Mundiais", explicou.

Técnico da seleção brasileira, Luiz Shinohara concorda com o comandado. "Ele está na melhor fase dele. Não está machucado, está treinando sem dor. Estou bastante confiante. Estudamos bastante a sua chave e acho que ele tem chances reais", analisou o treinador.

Guilheiro estrea no Mundial contra o suíço David Papaux. Além dele, outras duas brasileiras lutam nesta quinta-feira. A primeira é Érika Miranda, quinta colocada entre as meio-leves no Mundial do Rio, o melhor resultado do time feminino verde-amarelo em 2007.

"Ela está muito bem, muito melhor do que no ano passado, por exemplo. Eu não a via assim tão feliz desde 2007. Ela está feliz, lutando bem, confiante. O ano de 2008 (em que ela foi cortada das Olimpíadas já em Pequim) foi bem difícil, mas está superado", diz a técnica Rosicléia Campos. Érika estreia contra a indiana Kalpana Devi Thoudam e pode pegar, em sua segunda luta, a cubana Yanet Bermoy, campeão mundial em 2005 entre os ligeiros.

A outra brasileira na disputa é a mais nova do time. Rafael Silva, de 17 anos, é o primeiro fruto do projeto social de Fávio Canto, o instituto Reação, a chegar à seleção brasileira. No ano passado, ela foi campeã mundial júnior e, nesse ano, levou o ouro na Copa do Mundo de Madri. É a oitava do ranking mundial. "Ela é uma garota de 17 anos, está em seu primeiro ano de júnior e já está conseguindo resultados no sênior", diz Rosicléia. Rafaela estreia contra a costa-riquenha Adriana Pineda.

As lutas em Roterdã começam às 4h30 (de Brasília).


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Brasil estreia com veterana de 19 anos, estreante de 28 e "ameaçado"

Leandro Cunha tem 28 anos. Sarah Menezes, 19. Quem olha as idades logo conclui que o primeiro é o veterano da dupla. A segunda, a estreante. No time brasileiro de judô, porém, é o contrário. Sarah, única judoca do Piauí na seleção brasileira, disputa, em Roterdã, seu primeiro Mundial, mas com uma Olimpíada no currículo.


Cunha, eterno reserva do bicampeão mundial João Derly, disputa o torneio pela primeira vez. "Acho que não vai fazer tanta diferença, não. Eu estou na seleção há bastante tempo e, mesmo sem ser titular, disputei muitos torneios importantes. Acho que se não tivesse essa rodagem, poderia ter problemas, mas não falta experiência", diz o judoca paulista.

Ele estreia nesta quarta-feira (as lutas começam às 4h30) contra o moçambicano Bruno Luzia - e na segunda luta, se vencer, encara o bicampeão olímpico Masato Uchishiba, do Japão. Derly, qu e venceu os últimos dois mundiais, foi cortado do time brasileiro. Ele se lesionou antes da Copa do Mundo de Belo Horizonte e não se recuperou a tempo.

Sarah Menezes, por sua vez, chega com um currículo expressivo. Em 2009, subiu ao pódio nas últimas cinco competições que disputou, incluindo títulos nas Copas do Mundo Madri e Lisboa. É a quarta colocada do ranking mundial.

"Ela tem a capacidade de ser medalhista. A Sarah é jovem, mas já lutou com a maioria das lutadoras, conhece todas, já ganhou, já perdeu. Experiência para ir ao pódio ela tem", diz a técnica do time feminino, Rosicléia Campos.

A sorte, porém, não esteve ao seu lado no sorteio das chaves. Em sua estreia, ela encara a medalhista de bronze das Olimpíadas de Pequim, a argentina Paula Pareto. "Eu tenho de lutar com ela com menos emoção. No Pan (Campeonato Pan-Americano de 2009), eu estava vencendo até 20 segundos para o final e tomei virada. O negócio é não deixar que ela me estresse. Ela fica de um lado para o outro e não me deixa tentar meus golpes. Treinada eu estou. E tenho de capacidade de vencer e avançar na competição", analisou.

O último brasileiro a lutar na quarta-feira é Denílson Lourenço. Aos 32 anos, ele terá, na Holanda, sua última chance de fazer parte da seleção. "Ele precisa de resultados e eu acho que esse é o último campeonato para ele fazer isso. Se ele não for bem agora, dificilmente continuará na seleção no ano que vem, por causa do ciclo olímpico", afirma o técnico Luiz Shinohara. Lourenço estreia contra o vencedor da luta o ucraniano Georgii Zantaraia e o britânico Ashley McKenzie.


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André Chatuba encara Mario Soldado no Real Fight

A organização do Real Fight 7 divulgou o primeiro combate que vai agitar o público em São José dos Campos (SP), no dia 3 de outubro. Vindo numa seqüência de 13 vitórias, André Chatuba (Relma Minotauro Team) encara Mario Sartori Soldado (CM Systems) no octagon.

“Não conheço muito ainda do meu adversário, mas sempre me preparo da mesma maneira para qualquer oponente. Cada luta é uma guerra. Esta será a minha segunda vez no Real Fight e pretendo vencer novamente”, disse Chatuba, que defende nesta quinta-feira o cinturão do Shooto Brasil.

Marcio Keske, organizador do Real Fight, acredita que será uma grande disputa.

“Acompanho a carreira do Chatuba e é um lutador muito perigoso, finalizou várias vezes com um forte triângulo de braço. A CM Cystems, academia do Soldado, vem fazendo um grande trabalho e ele é um lutador invicto. Então tem tudo para ser uma grande luta e o público ficará satisfeito”, comentou.



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André Chatuba encara Mario Soldado no Real Fight

Rei do triângulo de braço volta a São José dos Campos

A organização do Real Fight 7 divulgou o primeiro combate que vai agitar o público em São José dos Campos (SP), no dia 3 de outubro. Vindo numa seqüência de 13 vitórias, André Chatuba (Relma Minotauro Team) encara Mario Sartori Soldado (CM Systems) no octagon.

"Não conheço muito ainda do meu adversário, mas sempre me preparo da mesma maneira para qualquer oponente. Cada luta é uma guerra. Esta será a minha segunda vez no Real Fight e pretendo vencer novamente", disse Chatuba, que defende nesta quinta-feira o cinturão do Shooto Brasil.

Marcio Keske, organizador do Real Fight, acredita que será uma grande disputa.

"Acompanho a carreira do Chatuba e é um lutador muito perigoso, finalizou várias vezes com um forte triângulo de braço. A CM Cystems, academia do Soldado, vem fazendo um grande trabalho e ele é um lutador invicto. Então tem tudo para ser uma grande luta e o público ficará satisfeito", comentou.

Brevemente a organização anunciará os outros combates. Acesse www.realfight.com.br


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Gracie Barra se prepara para o BR de Equipes

Jefferson Moura confia na nova geração

Responsável pelos treinos da Gracie Barra, no Rio de Janeiro, Jefferson Moura contou que a tradicional academia também vem forte para o Brasileiro de Equipes, que acontece no dia 12 de setembro, no Rio de Janeiro.

"Vamos participar e estamos montando as equipes. Vamos de azul a preta e os treinos já começaram. Queremos entrar para ganhar."

Campeão brasileiro este ano, o faixa-preta ainda não sabe se estará em ação no Tijuca Tênis Clube, mas adianta alguns nomes que podem aparecer. "Quero lutar e vamos ver como será. Se o pessoal precisar de mim, luto. Se não for necessário, ficarei mais na organização das equipes", diz. "Estamos montando os times e não sabemos como será na faixa marrom e preta. Possivelmente luta o Tatu, um aluno do Bita muito duro que treina com a gente; o Alan Régis, que fez uma luta muito boa no Rio Open; e o Buiu (Kleber Oliveira). Mas deve pintar mais uma galera", completa.


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Além disso, Jefferson aposta na nova geração da Gracie Barra. Segundo o treinador, a molecada vem com força.

"Nossas equipes de roxa e azul também estão muito boas. Estamos montando elas e, se confirmar a galera que falou que ia lutar, entraremos muito fortes", encerra.

ADCC aumenta categorias para 2010

Considerado um dos principais torneios de submission do planeta, o ADCC terá a edição 2009 realizada em setembro, na Espanha. No entanto, os organizadores já trabalham de olho no ano que vem, quando será disputado um circuito classificatório para a edição 2011.

A mais recente novidade é a decisão do Comitê do ADCC de incluir novas categorias de peso. Até a edição deste ano serão seis divisões (66kg, 77kg, 88kg, 99kg, acima de 99kg e absoluto).

Segundo informa Wagner Gomes, secretário-geral do ADCC Brazil, a partir do ano que vem a divisão dos pesos ficará da seguinte maneira:

Masculino: 60 kg, 65 kg, 70 kg, 76 kg, 83 kg, 91 kg, 100 kg, +100 kg
Feminino: 55 kg, 60 kg, + 60 kg

A competição terá as categorias 14 e 15 anos, 16 e 17 anos, amador e profissional. Ao todo serão 51 classes disputando o Circuito em 2010. Para maiores informações acesse o site www.adccbrazil.com.br.


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